#RPGaDay – Dia 20 – Daqui a 20 anos ainda vou jogar

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 20 – Daqui a 20 anos ainda vou jogar

Acho que a ideia desse dia era dizer qual RPG ainda vou jogar, mesmo daqui a 20 anos. É difícil dizer que ainda jogarei D&D, será que ainda vai existir? Será que as regras terão mudado tanto que não poderá mais ser chamado de D&D? Ou será que estarei jogando algum retroclone que emule seu sistema de regras, seja o OD&D, AD&D ou mesmo clones de D&D 3.5?

Vampiro por exemplo, passou por modificações grandes, dizem que melhorou o sistema e o deixou mais dinâmico. Aproveitaram e mudaram a mitologia do jogo, retornaram com o ar de desconhecido e mistério da 2ª edição que se perdeu no foco na politicagem da 3ª edição. Pode-se dizer que é o mesmo jogo?

Mesmo que pegue os livros antigos e tente jogar com o mesmo sistema de regras, qualquer que seja, GURPS, 3D&T, Senhor dos Anéis, a cabeça dos jogadores terá mudado. Com novos conhecimentos, novas atribuições da vida, novos olhares para o mundo, os mesmos jogadores não são os mesmos mais e o modo de jogar não é mais o mesmo, portanto. O AD&D jogado ontem é diferente do AD&D jogado hoje e do jogado amanhã.

Diante dessas colocações, apenas posso dizer que daqui 20 anos ainda estarei jogando. Não sei o quê. Não sei nem se RPG, ou se ainda poderemos chamar de RPG. Mas estarei jogando, porque sou homo sapiens, homo ludens.

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#RPGaDay – Dia 19 – Aventura publicada favorita

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 19 – Aventura publicada favorita

Aventuras prontas são vistas como um mal necessário. Em parte como um mal por haver jogadores e mestres que as odeiam, defendendo que são para mestres preguiçosos e que limitam as escolhas dos jogadores. E são necessárias justamente por servirem aos mestres que não têm tempo para ficar elaborando aventuras novas a todo momento ou que precisem de um exemplo de como jogar ou como estruturar uma aventura para um novo sistema, ou talvez experimentando uma nova temática.

A meu ver, gosto das aventuras prontas. Tanto pela falta de tempo de ficar criando mundos novos, coisa que era mais fácil de se fazer quando não tinha as atribuições da vida adulta, quanto para experimentar pontos de vista diferentes e conhecer novos sistemas. O Adventure Path da 3ª edição do D&D começou assim, para mostrar vários estilos de jogo, do dungeon crawl a aventuras sandbox, a expor situações de regras que merecessem uma explicação com exemplo ou mesmo uma oportunidade de levar personagens do 1º ao 20º nível em estruturas fechadas de jogo.

Embora seja uma aventura pronta que usei na minha maior campanha de AD&D e tenha causado um grande acontecimento nessa campanha (com direito a repercussões, retorno às camadas do Abismo, morte e vingança), For Duty & Deity não é minha aventura favorita. Há um espaço reservado para ela na minha mente e no coração por tudo que passamos quando os bravos aventureiros foram salvar Waukeen das mãos polidáctilas de Graz’zt.

Dragão Brasil 10

Talvez seja O Templo do Observador, aventura para AD&D e D&D publicada na Dragão Brasil nº 10. Pelo menos por 3 vezes mestrei essa aventura, talvez 4. A primeira em minha primeira campanha de D&D, quando Daniel e Igor adentraram o templo quando a cidade ficou sob a peste. Mais uma vez na grande campanha de AD&D onde os mesmos jogadores e outros ainda fizeram valer seu heroísmo. Pela terceira vez com outro grupo, formado por Márcio, Fernando e João Paulo, que enfrentavam as mesmas aventuras iniciais da grande campanha de AD&D, oportunidade que tive de ver outras soluções, outros desdobramentos para essas aventuras.

Talvez tenha havido uma quarta oportunidade, numa daquelas viagens de colégio em que acabava mestrando no fundão do ônibus. Lembro que pelo menos uma vez mestrei aquela aventura da Só Aventuras que vinha com o Katabrok e amigos para uns calouros do colégio que estavam conhecendo RPG. Talvez não tenha havido essa quarta vez, mas talvez ela ocorra algum dia, já que foi adaptada para Old Dragon.

Não falei muito sobre a aventura, mas ali em cima, no link para o download da conversão para Old Dragon vocês podem descobrir mais. Digamos que seja uma clássica aventura de buscar um McGuffin na masmorra, com um monstro que para muitos grupos seria TPK (Total Party Killer). É interessante ver como diferentes grupos, ou os mesmos jogadores em diferentes momentos, reagem a essa aventura, ou a qualquer outra. Ela foi escolhida por estar ali, de fácil acesso, e por ter um beholder como inimigo, monstro esse que conhecemos primeiramente no desenho Caverna do Dragão.

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#RPGaDay – Dia 18 – Sistema de jogo favorito

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 18 – Sistema de jogo favorito

Não posso negar, depois dessa série toda de posts, que meu sistema favorito foi o AD&D 2ª Edição. Embora goste da simplicidade do D&D da caixa preta da Grow, e tenha acabado buscando essa mesma simplicidade no Old Dragon, o lugar especial do AD&D é mantido pela campanha de 7 anos que mantive com meus amigos em Forgotten Realms e pelas outras antes dessa, como a campanha de First Quest que jogamos por um tempo alguns anos antes dessa.

A segunda edição do AD&D era um tiro de canhão comparado com uma pistola em relação ao D&D que jogávamos. Expandia a lista de classes de personagem, de raças, introduzia coisas como perícias com armas e perícias comuns, que acabavam diferenciando os personagens, embora não usássemos a toda hora. A introdução de kits de classe, para customizar ainda mais o personagem, dando desde os níveis iniciais a cara de que aquele paladino era na verdade um caçador de dragões em treinamento, os próprios cenários que acompanharam o lançamento do AD&D no Brasil… Era tanta coisa nova, tantas possibilidades. E nem chegamos a conhecer o AD&D 1ª Edição. Hoje tenho ele ali na prateleira, ainda embalado, pronto pra ser comparado com a 2ª.

Os livros de opções, como os Player’s Options e os DM Options traziam mudanças nas regras e novas manobras que procuravam corrigir alguns dos problemas que foram identificados no AD&D e acrescentar opções. Algumas dessas sugestões foram incorporadas ao que se tornou o D&D 3ª Edição.

Se formos analisar como o sistema evoluiu do AD&D 1ª Edição e o que levou à criação do D&D 3rd, veremos que essa paixão pelo AD&D 2nd é mais saudosismo que ter um sistema de regras coerente e que não fosse quebrado. Claro que a 3ª Edição também teve seus problemas e ficou quebrada com a miríade de talentos e classes de prestígio, essas que vieram substituindo os kits de classe, mas acabaram atrasando para níveis posteriores a tradução em regras do conceito do personagem.

Tentar entrar no mérito de entender o que levou a 2ª edição e a 3ª a serem o que foram ou defender porque uma é melhor que a outra está longe do escopo desse post. Dizer que o texto descritivo dos livros da 2ª era melhor do que o dos livros da 3ª é ignorar o foco de cada edição e o que motivava o lançamento de novos livros. Assim como qualquer outra edição, cada uma tem seu propósito, seu público alvo e o zeitgeist da época em que foram desenvolvidas.

Para mim, toda essa carga de 7 anos de campanha, diversos suplementos baixados via Kazaa e Emule para enriquecer o background das aventuras e as risadas e roladas de dados junto a amigos na mesa tornam o AD&D 2ª edição meu sistema favorito. E provavelmente, dada uma aleatoriedade qualquer, a resposta poderia ser outro sistema qualquer, mas com a mesma justificativa.

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#RPGaDay – Dia 17 – Jogo mais divertido que jogou

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 17 – Jogo mais divertido que jogou

Uma vez estava em Resende fugindo do carnaval do Rio. Era algo que costumava fazer com certa frequência porque… sei lá, acho que foi porque nunca achei graça no carnaval, apesar de manter um apreço por ver o desfile da Salgueiro, coisas de família. Pois bem, naquela época estava namorando uma garota que cobria o evento do carnaval no sambódromo, ela ia fazer plantão nos dois dias e resolvi me refugiar na roça. O Décio foi junto, também desprovido da namorada. Decidimos nos encontrar na casa do Henrique, que tem o costume de ser caseiro até demais e nos juntar para jogar RPG, algo que se tornou muito raro desde que terminamos nossa campanha de AD&D anos antes.

Enquanto passava o carnaval na TV ao nosso lado, com algumas paradas para vermos escolas que gostávamos, entre um copo de coca-cola e outro, estávamos rolando dados. Despretensiosamente, escolhemos o sistema que mais nos serviria naquele momento para um jogo rápido, divertido e sem muito compromisso: 3D&T. Por mais que alguns jogadores torçam o nariz para o sistema, talvez pela maioria do material de apoio lançado pela Dragão Brasil ter sido de anime e mangá, pela minha experiência pessoal com jogadores novos foi uma estratégia acertada para trazer pessoas a esse hobby. Era um sistema fácil de aprender, tão simples quanto quiséssemos mantê-lo simples e com muito material adaptado com que os novatos pudessem se identificar.

Unimos duas paixões nossas nesse dia: RPGs e jogos de luta. Numa só madrugada, resolvemos seguir a campanha de Street Fighter Alpha 3, da primeira revista do 3D&T com a adaptação do jogo de arcade, passando pela adaptação de Final Fight e terminando na revista que trazia a base da Shadaloo. Fui de Guy e o Henrique não lembro, acho que o Ryu, o Décio era o mestre. As garrafas de coca-cola e as pizzas esquentadas no forno iam e vinham enquanto trocávamos punhos e pontapés com os capangas da Shadaloo e da Mad Gear. Jogávamos uma aventura atrás da outra com pouco tempo para parar e descansar, queríamos avançar, fazer vozes toscas e imitar nossos heróis dos arcades. Tentar fazer o Guy ser de fato um ninja ao invés de só um lutador de rua que se diz seguidor do bushido e lutador de ninjutsu, se esgueirando pelas sombras do covil da Mad Gear, tentar enfrentar os campeões do ringue após falhar miseravelmente na tentativa de invasão caindo bem no meio da luta clandestina…

3D&T pode não ser um sistema complexo ou com uma cara séria o suficiente para agradar jogadores da velha guarda, mas cumpriu bem seu papel de nos divertir em uma madrugada quente de carnaval, onde estavam só os guris longe de suas namoradas.

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#RPGaDay – Dia 16 – Jogo que você gostaria de ter

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 16 – Jogo que você gostaria de ter

Como se tornou uma constante nessa série de posts do #RPGaDay, acabo quebrando um pouco as regras ou subvertendo a singularidade para pluralidade. Há vários jogos que gostaria de ter, mas antes de abrir a Amazon ou procurar em velhas listas de compras para poder elencar direito quais, tirei da memória dois deles: Dragon Quest e Cyberpunk 2020.

Dragon Quest era algo desconhecido, vinha com o mesmo símbolo da TSR na caixa mas ninguém falava do jogo, só aparecia nas propagandas de lojas de RPG na Dragão Brasil. Descobri mais tarde que funcionava como uma versão introdutória de D&D, talvez tivesse sofrido justamente por isso: seu preço era quase igual à caixa de D&D da Grow, mas seu conjunto de opções era mais limitado. Além disso, o nome não ajudava, nem ainda por haver um desenho homônimo passando no SBT (aqui no Brasil, Dragon Quest acabou sendo chamado de Fly, o Pequeno Guerreiro), baseado na franquia de RPGs da Enix. Tinha uma cara de dungeon crawler com tabuleiro e cartas de itens, miniaturas de papel e ilustrações bonitas dos artistas da TSR, inclusive usando para o anão a mesma imagem de Bruenor Battlehammer que foi usada em First Quest para Delvar Punhodiferro (ou Ironfist para quem é purista).

Cyberpunk 2020 entra na lista de momentos que se pudesse voltar ao passado, diria para o Bruno do Passado comprar. Encontrei uma vez numa livraria em algum shopping do Rio quando estava de férias, acho que a Siciliano do Barra Shopping. Um dos poucos na sessão de RPG que não era GURPS, dei uma olhada mas essa coisa toda de cyberpunk não era minha praia, não gostava daquela coisa de futuro apocalíptico, falta de perspectiva, de ter que se virar… Tolo eu! Hoje é uma das literaturas que mais gosto! E foi justamente por ter lido Cyberpunk do William Gibson que corri atrás do Cyberpunk 2020 em sebos e não encontrei. Por sorte o Arthur tinha uma cópia xerox, que prontamente xeroquei, mas não é a mesma coisa que ter o próprio livro. Ouvi dizer que o sistema é complexo e meio quebrado, mas ainda não encontrei motivação pra sentar e ler aquelas páginas que hora ou outra se tornam difíceis de ler por causa da falta de tinta da copiadora.

Como disse no início, certamente há outros jogos que eu gostaria de ter, alguns bem mais recentes, outros bem mais antigos, mas precisava delimitar a escolha senão perderia mais tempo tentando me decidir de quais falar do que propriamente digitando essas palavras.

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#RPGaDay – Dia 15 – Jogo em evento favorito

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 15 – Jogo em evento favorito

Como disse ontem, o único evento genuíno que fui e joguei foi o primeiro encontro de RPG da minha cidade. Estávamos todos nós lá, eu, Daniel, Virgílio e Tércio, acho que era coisa de 1997 ou 1998. Havia algumas mesas e um live action de Vampiro acontecendo, algumas mesas de Magic, nada muito grande. O evento ocupada metade do último andar do então único shopping da cidade. Éramos pré-adolescentes no meio de adolescentes e marmanjos, ouvíamos piadas sobre ir jogar 3D&T (e veja só o preconceito, muitos dos novatos que conhecemos depois no colégio tinham começado com 3D&T e Tormenta, mas não é hora para essa discussão).

Conseguimos uma mesa de AD&D. O cenário era Dragonlance e formávamos um grupo padrão de AD&D. Acho que o Daniel jogava com um clérigo, eu jogava com um elfo ranger. A ficha estava em inglês, bem como os livros que os jogadores que nos convidaram, mais velhos, usavam. Mas não era uma aventura comum: em pouco tempo, nosso grupo que marchava por uma floresta se descobriu cercado por uma neblina e acabamos acordando dentro do porão de uma casa. Mindblow da aventura, estávamos em Ravenloft!

Ravenloft era um cenário que conheci vendo o folheto de propaganda da Abril Jovem, um mundo de horror gótico para AD&D. Tinha sido planejada uma caixa com material para começar a jogar no cenário, mas como muitas coisas da Abril Jovem para RPG, nunca chegou a ser lançado, nem pela Devir. Mesmo assim, para mim era um mundo normal de AD&D, só com outra roupagem, mas foi nessa aventura que descobri como estava errado. O próprio estilo de jogo dos garotos mais velhos (deviam estar na casa dos 18 a 20 anos na época) já ditava que não era o AD&D que estávamos acostumados e a forma como me portava com meu elfo ranger mostrava que eu mesmo não estava preparado para aquilo.

A aventura era um mistério que acabamos sendo obrigados a resolver para provar nossa inocência. Algumas mortes aqui e ali, um cadáver exumado que parecia morto há muito mais tempo. No final das contas era uma invasão de dopplegangers que estava substituindo figuras importantes do reino, daí que os originais foram assassinados há tempos e assim seus cadáveres não estavam mais frescos. Quase conseguimos terminar a aventura, mesmo com meu elfo impetuoso, de pavio curto, pronto a flechar o primeiro que aparecesse. Pereci com o paladino no momento final, quando desmascaramos a trama e estávamos enfrentando o chefe dos dopplegangers na sala do trono, ele era o próprio rei que havia nos coagido a participar da investigação.

Foi algo que mudou minha forma de ver o RPG. Nosso grupo tinha um esquema de aventuras que não variava muito de mestre para mestre, basicamente eu e Daniel, vez ou outra o Henrique com Tagmar. Quando conhecemos esse grupo de jogadores mais maduros pudemos ver outra forma de jogar e assim incrementar nossa experiência com a visão de jogo deles.

Hoje sinto falta de ter participado de mais sessões em eventos, de ir nos EIRPG, Anime Friends e outros encontros no estilo. Ver como outros grupos jogam, experimentar sistemas diferentes, fazer novas amizades… há muito que se aproveitar desses eventos que só comprar miniaturas ou jogos.

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#RPGaDay – Dia 14 – Melhor compra em evento

agosto 18, 2014 1 comentário

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 14 – Melhor compra em evento

Não fui a muitos eventos de RPG. Acho que de fato só fui a um que não era junto de um evento de mangá e anime, o primeiro encontro de RPG em Resende. Lá tinha uma banca da única loja especializada da região que ficava na cidade de Volta Redonda. Qualquer outra compra era feita em livrarias pequenas na cidade que acabavam comprando esses livros ou por pedido ou como curiosidade.

Mas nesse dia eu era apenas uma criança sem grana.

Só pude realmente comprar alguma coisa quando estava na Bienal e tinha uma grana guardada da iniciação científica (ou o que restou que não tinha sido gasto em compra de livros para a mesma). Registrei nesse blog algumas dessas compras. Mas a melhor não foi necessariamente a mais cara.

Foi a primeira Bienal do Livro que fui. Havia um stand gigante da Devir lá e eu não tinha ido preparado com grana pra comprar. Tinha muitos livros da terceira edição de D&D que eu queria, vários de Forgotten Realms que interessavam pra minha campanha (que embora estivesse usando as regras da Segunda Edição, já estava na timeline da terceira).

Levei duas viagens para conseguir comprar os livros, contando as economias que haviam sobrado. Foram livros que até hoje dou uma olhada quando vou revisar o texto antigo que descreve a nossa campanha e quando quero ver algum detalhe a mais de Forgotten Realms. Certamente o preço foi menor que a compra que fiz levando os três livros do AD&D 1ª edição, mas foi a que mais teve proveito.

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