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Coisas de Resende

Ok, não são coisas exclusivas de Resende, mas acho que no Rio isso nunca aconteceu. E esse post seria menor se eu falasse de algumas coisas pelo Twitter, mas ainda não é hora de dar o braço a torcer para o passarinho.

Estava esperando o ônibus para a casa do Henrique, o que é engraçado, prefiro ir a pé em alguns lugares aqui em Resende. Resolvi pegar o AMAN que para em frente a casa dele, por indicação do próprio. Só faltou ele falar que era de hora em hora, maldito. Enquanto estava no ônibus esperando, uma senhora comentou alguma coisa qualquer e resolvi continuar o papo. Ao contrário do Vinícius, de vez em quando sou social. Nesses papos de ponto de ônibus você acaba sabendo mais do que queria da vida da outra pessoa, como por exemplo, que o genro dela é um cachorro que só pensa em dinheiro… Filosofias a parte, quando o ônibus da senhora chegou, ela agradeceu pela conversa e troquei algumas palavras com uma mãe que estava com um filho de colo antes do meu ônibus chegar.

No Rio acho que isso só aconteceu uma vez quando tive que esperar no correio, uma senhora do nada começou a me contar sobre as viagens dela pela Europa. Nada contra o Velho Continente, até minha família é de , mas não curto muito ficar ouvindo de viagens dos outros.

Após algum tempo sem ter o que fazer por aqui (mas com muito o que fazer pelo Rio, ou seja, vergonhosamente procrastinando), o Gustavo surge com a notícia que tem uma feira das cidades da cercania de Resende e a mãe dele vai abrir uma barraca do bar lá. Feira, interior, artesanato… por que não? (Aliás, esse “por que não?” ainda vai ser precursor de muitas histórias, como foi do Heavy Duty e da Starfuckers). Até que foi bem interessante, encontrei muita gente que não via há anos: professora de ensino fundamental, umas gurias e até uma prima minha que tá com barraca por lá. E depois V8 Motor Bier, encontrando mais pessoas ainda (Eric, Igor, Pedro, Alan, Megaman, boêmios!).

Pode ser caro, mas é o único com rock depois que o Mandy fechou.

O final da noite foi um podrão clássico no Russinho, eu, Segall, Gustavo e Fabrício. E depois o Gustavo teve que ouvir algumas histórias minhas e do Segall, mas isso é papo pra outra hora. E se o Gust passar a foto, tem eu e o Fabrício comendo massa da Trattoria numa mesa sem cadeiras, do jeito que dava (ui!).

Valeu a pena não ter ido ao show do Matanza hoje.

Postado ao som de jazz e chorinho que tá rolando ali no deck, do outro lado do Paraíba. Até que culturalmente essa cidade tá melhorando, só faltou juntar o povo pra tomar uma Heineken ouvindo o jam.

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  1. julho 21, 2009 às 05:23

    procrastinar eh mto bom, hahaha… eu tb quero, hahahahaha.. vc soh reencontrando gurias hein.. safadinho, hahahahahaha.. esse post foi bem melhor q o outro.. e gostei d ver q foram logo 2.. naum deixe d atualizar sempre.. bjss

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