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Sonhos loucos com remédios

Quem me conhece há algum tempo sabe que se eu estou doente, tomo um remédio e durmo com a roupa da rua, sonho com coisas muito bizarras. Um deles foi com formigas que se desintegravam em seu próprio ácido. Outros envolviam diversas vozes falando… ops, esse não foi um sonho! XD

Enfim, fiquem com mais um conto que retirei dos meus sonhos. Novamente, a única edição feita foi remover algumas partes que poderiam ofender algumas pessoas. Não retiro citações a amigos que aparecem, vai que eles sonharam com coisa parecida? Dimensão do Sonhar?

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Estava indo numa formatura com alguns amigos e a estrutura do prédio era como uma igreja, ou algo que lembrasse o Colégio Santa Ângela onde estudei, um pouco mais sombrio. Depois da formatura, acabamos indo para a casa do Daniel, que agora estava um pouco enterrada no chão. Lá encontrei Diego, Davi e o pai deles, Alexandre.

Depois disso, fomos todos a outra formatura, dessa vez minha família acompanhava. Era em um lugar muito chique, mas eu descobri que dava pra entrar fácil lá por uma área desprotegida, só precisando escalar uma parede. A festa ia demorar pra começar, tinha muito adolescente correndo pra lá e pra cá entre os andares do lugar. Encontrei onde tinha a refeição e as bebidas, os adolescentes estavam bebendo bebidas alcoólicas sem ninguém ligar. Até eu conseguir pedir o que queria comer, e não ter e acabar tendo que me contentar com um bife ao ponto com arroz e feijão, começou uma chuva.

Já nem estava mais na formatura, estava em outro lugar, era um prédio pequeno com janelas com aquele vidro azul refletor por todo a extensão. Estava eu, Aarão e mais alguém conhecido. De repente alguém grita olhando um rastro de fogo lá fora e ao que vamos ver, era como se fosse um míssil que atingiria um pátio um pouco distante. Antes do objeto atingir o solo, do seu fogo se fez a imagem de um anjo com asas de fogo, como se Lúcifer ou os céus nos punissem naquele momento. A bomba explodiu mas não nos atingiu, embora todos soubéssemos dos efeitos da radiotividade. Assim que a explosão aconteceu, em volta do ponto de impacto levantou-se uma muralha, com rostos metálicos espalhados que se abriam em bocas fumegantes. O som que saía delas era o mesmo da respiração do Darth Vader, e as pessoas tentavam desesperadamente entrar lá, talvez atrás de respostas. Pensei que era o Juízo Final e que as máquinas estavam se revoltando. Quando vejo então, pulando de dentro para fora do prédio onde estava, indo em direção às pessoas, o Alien de Giger. Naquela hora pensei que só o Predador estava faltando e fiz desses pensamentos vapor para que não acontecessem.

Passou um tempo assim, 3 meses, vivendo naquele prédio. Não sentíamos necessidades, comida e água estavam como que preparadas para isso, e as pessoas transformavam o absurdo em fato. “Andar em trapos com uma lança te protege da radiação”, “Agora nós podemos voar” – e pulavam. Só eu e Aarão tínhamos sanidade. Havia uma nave, como a Epoch de Chrono Trigger lá dentro, debaixo de panos, e no 4º mês lá decidimos fugir com a nave. Entraram conosco uma garota e seu amigo gordo, não estavam nos planos de combustível e peso da nave e voávamos baixo e lento, passando perto das pessoas que faziam o caos na rua com medo de subirem em nossa nave. Víamos ao longe, no mar, navios e aviões, alguns saindo do mar, em combate ainda contra alguma coisa. O inimigo dessa vez atacava das grossas nuvens escuras com raios finos e azuis, manipulando o tempo ou a gravidade em torno deles e queimando com o bruxuleante fogo azul. Mesmo depois do ataque nuclear eles ainda insistiam em guerras? Esse pensamento logo foi ofuscado quando vimos no espaço outra bomba nuclear explodindo, a radiação seria distribuida por toda a Terra. Para diminuir o peso e aumentarmos a velocidade, disparei algumas armas da nave em um prédio, ao que a mulher falava “Viu, eu não disse que eles eram bons? Vão nos salvar”.

Longe dali, andando, éramos vagantes atrás de algo que não sabíamos se ainda existia, apenas com a esperança de encontrar. Aarão já estava com sua namorada andando conosco, o amigo gordo da garota sumiu e logo encontramos um outro grupo de sobreviventes, dentre os quais estava o homem da mulher. Entreguei-a e me disseram: “Ela está ali, te esperando”. Olhei para onde apontavam, uma igreja gótica que estava no lugar da primeira igreja que tinha visto.

Entrei sozinho. Enfermeiros e outros cuidavam de feridos, plantavam e colhiam, cuidavam. O sol entrava pelas frestas e ruínas, mas todos sobreviviam assim. No segundo andar, olhei e parei. Ela estava lá, me esperando.

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Categorias:sonhos/pesadelos
  1. outubro 29, 2010 às 18:04

    >WTF???Baere, que remédio você esta tomando? ME DÁ UM???O meu só me tira a fome =/ hauahuahuahua(não que eu não goste…passei a quinta com 100g de castanha de caju no estômago e só)Mas olha…aconselho a escrever um livro com base nesse sonho!hehehehehe

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