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5 Jogos Marcantes

Indicação do Ludobardo (original de Game em Pauta), aceitei participar dessa “corrente” ou meme de *logs. Nesse meme, enumeramos cinco jogos que foram marcantes para nós.

1 – Mega Man III

A série Mega Man tem toda uma conotação especial para mim. Embora na infância eu tenha apenas alugado os jogos, foi um jogo que marcou tanto pela jogabilidade, pelo tema e pelas músicas quanto pelas conversas que tive com amigos no recreio da escola, discutindo a nova iteração da série (Mega Man IV, recém lançado na época). Em especial, destaco Mega Man 3, um dos primeiros jogos que zerei, embora usando senha e revista e com o final em japonês, sem entender o que Light falava. A música do Protoman no final é pra fechar com ouro!

Foi adolescente que pude finalmente comprar o cartucho de SNES de Mega Man X e poder zerá-lo direto, sem usar senhas pra pular fases, já que o costume ao alugar cartuchos era levar uns 2 ou 3 e passar o final de semana jogando. A série spin off do X trouxe uma maturidade maior no tema tratado por Keiji Inafune. Uma pena que só fui acompanhar os outros quando comprei a coletânea para PS2.

Mega Man 7 trouxe as histórias mais leves do Blue Bomber ao SNES, com aquela dose de humor e descompromisso com a seriedade, embora o final do jogo tenha uma carga emocional pesada. Como sempre, as músicas se destacam, em especial na introdução do jogo, que termina com a luta contra Bass.

2 – Super Mario Bros III.

Não tem como não botar Mario ou Sonic numa lista dessas. Por ter começado com um Phantom System, minha escolha é o Super Mario. Embora o Super Mario Bros original tenha me introduzido a este mundo e seja utilizado até hoje como referência de como ensinar ao jogador tudo que ele precisa para jogar o jogo inteiro, Super Mario Bros 3 avançou o conceito, mostrando que o NES, à beira do lançamento do SNES, ainda tinha gás pra muito chão.

Pegando tudo que fez de Super Mario Bros um sucesso, a terceira instância direta da série introduziu coisas como: roupas de tanooki, racoon e sapo; os barcos voadores e suas fases em scroll automático; a luta épica contra os filhos do Bowser e o mesmo no final, variando a ponte levadiça dos primeiros jogos (não contando o Super Mario 2 americano).

Embora Super Mario World tenha trazido novidades interessantes, como o Yoshi e novos inimigos, muito pouco das mecânicas foi alterado. O vôo existe como no Super Mario 3, mas a peninha traz um esquema de controle diferente. O novo pulo rodopio, que serve para evitar alguns inimigos que matam ao contato com o pulo normal, também é uma boa novidade. Mas o fato de ser o primeiro Mario de SNES, sem algo com o que comparar a não ser iterações anteriores da série em uma plataforma menos potente, não causa a mesma impressão de evolução dentro das mesmas condições.

3 – Super Contra / Contra 3 – The Alien Wars (não consegui me decidir)

A série Contra, da Konami, trouxe para os consoles a mesma experiência que suas versões de arcade. O Super Contra de NES é realmente super e não apenas um Contra 2: consegue melhorar tudo o que o Contra original trouxe. A história deve ser deixada de lado, ainda mais com a confusão trazida pela localização para o mercado ocidental, o que importa é a diversão da dificuldade (e pode crer, o jogo é bem difícil até ser dominado).

No SNES, Contra 3 ampliou as possibilidades com as bombas para destruir todos os inimigos da tela e com duas armas ao mesmo tempo. Os inimigos gigantes e as fases com vista de topo também foram beneficiadas pelo Mode 7 do SNES, com efeitos de zoom no início das fases de topo e quando o chefe gigante salta e cai na mesma. A dificuldade é até maior e os chefes usam bem as novas mecânicas.

Além disso, a série Contra sempre foi ótima no multiplayer coop local. As novas iterações, como o Hard Corps: Uprisign, trazem o coop via internet, mas mesmo Hard Corps não tem o mesmo charme e velocidade de Contra 3, e o Contra 4 da Wayforward (que está fazendo o novo Double Dragon e fez a série Shantae) é difícil até demais (ou um prato cheio pra quem gosta disso).

4 – .hack//G.U. 1, 2, 3

Da Bandai, um projeto multimídia como Star Wars foi para George Lucas, a série .hack começou com um anime (.hack//Sign), teve mangás, romances e jogos para PS2, PSP e PC. No PS2, duas instâncias ocorreram: uma seguindo os eventos do .hack//Sign e antecedendo .hack//Twilight Bracelet, em um jogo de 4 dvds vendidos separadamente, e outra com os eventos no The World 2.0, alguns anos após os eventos da série principal, após o anime .hack//Roots.

The World é um MMORPG criado por uma companhia com uma história sombria por trás. O principal programador, um homem apaixonado por uma mulher que cria uma filha para eles na forma de uma inteligência artificial, com uma mãe artificial cuja existência era só para criá-la até que estivesse madura. A história é bem complexa e envolve pessoas entrando em coma no mundo real enquanto ficam presas no MMORPG pela ação de uma inteligência artificial fujona e rebelde.

No .hack//G.U. para PS2, você joga com Haseo, antigamente considerado o maior matador de PKs (jogadores que matam outros jogadores), até que teve seus poderes drenados por Tri Edge, que havia colocado uma amiga sua em coma. É o que posso dizer da história sem spoilar uma história excelente e emocionante em 3 jogos. Uma pena que no segundo jogo você já fica cansado da jogabilidade com pouca variação. Há muitas side quests, inclusive após o fim do jogo, e interação com os outros jogadores do The World, através de fórums e private messages.

5 – Ultima Online

Foi o primeiro MMORPG que joguei, isso em 2000, num servidor “alternativo” da minha cidade. Depois disso, nunca encontrei um MMORPG que conseguisse juntar tudo o que Ultima prometia. A promessa de aventuras e viver uma outra vida de Ultima só era realmente possível em alguns servidores que implementavam o conteúdo oficial do jogo, já que as versões “livres” dos servidores eram problemáticas e na maior parte dos casos, os administradores criavam tantas inovações que introduziam muitos bugs.

Alguns desses servidores instituíam a obrigatoriedade de criar uma história e interpretar o personagem, muito embora os jogadores cansassem da interpretação forçada e impositiva de alguns jogadores e passassem a ficar mineirando em Minoc, matando homens-lagarto e correndo de PKs até chegar em Britain. Embora o vídeo retrate uma nova encarnação do UO, as versões antigas, sem recursos dependentes de placas gráficas, ficaram em nossas lembranças e são revividas nos shards privados.

E chegou a sua vez!

Continue com esse meme/corrente. Deixe nos comentários sua seleção de 5 jogos marcantes ou o link para um post do seu blog, vlog, tumblr, etc. Visite os vlogs do Game em Pauta e do Ludobardo e contribua também. Quais foram 5 jogos marcantes para você?

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Categorias:games
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