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#RPGaDay – Dia 10 – Livro ou Ficção Licenciado Favorito

Agosto é mês da GenCon, uma convenção de jogos famosa nos EUA por ser onde a Hasbro/Wizards of the Coast anuncia novidades para D&D. O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês para compartilharmos experiências. Para o Pizza Frita, isso é bom para testar alguns posts mais curtos e reviver o blog. Vamos lá e não se esqueça de comentar!

Dia 10 – Livro ou Ficção Licenciado Favorito

Um coisa é certa nos RPGs: você tem que ler bastante. Tanto para saber sobre as regras quanto para se inteirar sobre o mundo de jogo ou ter ideias para aventuras, é preciso ler bastante. E para atrair pessoas que não necessariamente jogam, mas gostam de leitura, além é claro dos próprios fãs do cenário, há diversos livros e contos sobre esses mundos de jogos.

Fiquei na dúvida sobre qual escrever aqui. Li os clássicos de Forgotten Realms e Dragonlance que foram lançados pela Devir, A Trilogia do Vale do Vento Gélido e a Saga da Lança, respectivamente. Também consegui nas Bienais do Livro os pockets de Elminster in Myth Drannor (que me deu outra visão sobre Forgotten) e as antologias de contos A Realm of Dragons e A Realm of Wars. A Hunter’s Blade Trilogy está indo beeeeem devagar, desde 2010 estou lendo a passos de formiga (fica a lição: comprar coletâneas não empolga pra ler, você olha aquele tanto de páginas restantes e acaba desanimando).

Porém, o que mais gostei por poder compartilhar as histórias com amigos que também liam foi A Trilogia Tormenta, do Leonel Caldela. Caramba! Que histórias foram contadas nesses livros! A visão de Caldela sobre Arton difere bastante do que estávamos acostumados, um reino de D&D com alta magia, costurando elementos da Dragão Brasil de forma (quase) desordenada que chega a ser cômico (e com doses de mangá e anime). Não, a visão de Caldela não desconsiderava esses elementos, colocava todos num tom mais pesado.

Veja o relato da passagem de Crânio Negro por Pondsmânia e atreva-se a falar que fadas são a Sininho. Ele consegue capturar bem o clima de como Pondsmânia foi projetada com base nos contos de fada que não são felizes nem ajustados para crianças. A forma como trata vacas sagradas do cenário não deixa nada faltando a como heróis e vilões de outros cenários: são heróis e vilões, mas falhos, “humanos”, interessantes.

Poder comentar sobre as passagens com seu grupo de jogo (no caso, os mesmos citados no dia 8), esconder spoilers para não estragar a diversão dos amigos, comemorar quando alcançassem o mesmo ponto que estávamos e encontrar o autor e a equipe da Jambô para autógrafos. Eles são brasileiros, eles são disponíveis e gostam dos fãs.

Basicamente, esse contato com amigos e com os autores foi o fator pra escolher a Trilogia Tormenta para esse post. Já comentei sobre uma antologia de contos de Tormenta nesse post, outros autores, outras visões, sempre vale a pena. Tanto a Trilogia Tormenta quanto a Trilogia da Saga da Lança e a do Vale do Vento Gélido trazem momentos que você vai saltar do sofá comemorando, momentos que vão fazê-lo derramar lágrimas e momentos de correr pro computador pra procurar saber o que outras pessoas pensam do que você leu, como vai continuar, quais são os desdobramentos…

Ainda tenho o Tempo dos Gêmeos, Realms of the Dead e City of Splendor pra ler, além de Hunter’s Blade Trilogy pra terminar. Quem sabe surge aí outro favorito, por outros motivos?

rpgaday

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Categorias:livros, RPG
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