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#RPGADay – Dias 29, 30 e 31 (MEGA ATRASADO)

Deixei aquela série do #RPGADay morrer já no finalzinho, faltavam só 3 dias e andava atrasado com os posts. Quem não lembra é só descer um pouco a partir desse post que acha o resto (ou procurar pela categoria RPG). O designer David Chapman propôs uma série de posts no mês de Agosto de 2014 (quando aconteceu a GenCon daquele ano) para compartilharmos experiências. Enfim, vamos encerrar logo isso que não é legal deixar pontas soltas.

Dia 29 – Encontro mais memorável

Enquanto pensava sobre qual encontro teria sido o mais memorável, lembrei de quando decidi reviver os combates da minha campanha de AD&D com o uso de miniaturas para exemplificar onde estavam os personagens em relação aos monstros (nada de usar regras específicas de movimentação e ataques, era mais para propósitos “cinematográficos”).

Foi quando meus aventureiros invadiram o Palácio de Prata de Graz’zt. Em um momento anterior (acho que citei aqui), eles tinham resgatado Waukeen, a deusa do comércio, de sua prisão e sofreram as consequências por isso. Ao invés de esperar anos tramando, como a gente já estava jogando no ritmo de quase uma vez por ano, Graz’zt enviou sua filha Thraxxia para capturar/matar os entes queridos dos aventureiros.

E foi assim que o filho de Roswald foi arrancado do útero de sua mãe e trancafiado em um jarro de prata, com uma tentativa de incriminar Sinclair, o filho de Yasha e Snake também foi raptado (embora já estivesse nascido) com uma chantagem feita aos Ladrões das Sombras…

Foi o suficiente, eu acho, para fazê-los ir atrás de vingança. Ninguém esperava que eles fosse se transportar para o Abismo e invadir o Palácio de Prata no estilo pé na porta e soco na cara. E foi aí que enfrentaram uma horda de demônios. Coloquei as miniaturas dos jogadores e suas posições e, enquanto descrevia a cena, ia empurrando todas as outras miniaturas que tinha (um monte!) na frente deles. Era a hora sendo visualizada não apenas no olho da mente, mas em proporção do que estavam enfrentando.

grazzt

Essa figura não faz jus ao que dizem sobre Graz’zt ser o príncipe demônio da sedução.

Obviamente houve o confronto direto contra Graz’zt, uma luta quase descrita como um episódio de Dragon Ball Z, com o impacto dos golpes do lorde abissal modificando o ambiente ao seu redor. Assim que causaram dano o suficiente para distraí-lo e deixar Snake se infiltrar e resgatar os raptados, deixaram Graz’zt tão ferido a ponto de demorar a se regenerar e fugiram de volta para Faerûn.

O lorde abissal aprendeu uma lição: não mais tentar intimidar sujeitos tão loucos a ponto de sair quebrando sua casa, matar sua filha e Regra-de-Três, seu mordomo. Ser um gângster e deixar cabeças de cavalo na cama dos outros realmente não deveria ser o método empregado por Graz’zt.

Dia 30 – RPG mais raro que tenho

Dando uma olhada na minha recente lista de compras, fico na dúvida entre o Rules Cyclopedia de D&D ou seu companion de monstros, o Creature Catalog. Por vir pelos correios (e que, por favor, não desapareçam no caos alfandegário e postal) ainda estão a reedição de Ravenloft como caixa de cenário e o livro Lords of Darkness de Forgotten Realms ainda para a 3ª edição. Realmente fico na dúvida, mas acho que um dentre esses citados.

Dia 31 – RPG favorito de todos os tempos

Por fim, meu RPG favorito de todos os tempos é o D&D, seja ele em sua forma antiga, na caixa básica da Grow, na forma Advanced, como conheci lançado pela Abril no Brasil, seja na terceira (e meia) edição ou na Next (ou quinta). Foi com o D&D que iniciei e é onde sinto que tenho minha zona de conforto. É o tipo de história que quero criar com mais frequência com meus jogadores.

Sobre a quarta edição… bem… Acho que fica legal pra “jogos de torneio” ou aventuras one-shot de encontros. A única vez que joguei, num desses encontros de RPG no Bob’s que têm aqui no Rio, curti, mas com essas ressalvas. Não me parecia um jogo que daria abertura para fazer coisas fora de uma dungeon, há uma ênfase muito maior no aspécto tático e estratégico do combate.

E mesmo que o D&D Next seja um fracasso e talvez a franquia morra no papel (bate na boca e na madeira 3 vezes pra espantar o mau agouro), haverá ainda retroclones e jogos derivados, como Old Dragon e Dungeon World, que mantêm viva essa chama da aventura em nossos corações.

E assim encerro essa postagem que está desde final de Agosto do ano passado por terminar. Livre de um fantasma, vamos caçar outros!

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Categorias:RPG
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