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Manual de Bons Modos no Cinema – Parte 1

janeiro 7, 2015 1 comentário

Minhas idas ao cinema, principalmente quando estou sozinho, têm sido frustrantes. Já comentei sobre o assunto nesse post e nesse daqui. Houve também aquela vez que fui ver Eu, Robô e o filho do senhor que tinha sido atingido por uma lata de refrigerante devolveu com maior força em cima do guri, mas eu desvio do assunto… ou não.

Depois de ter visto O Hobbit – A Desolação de Smaug e ter protelado a vista de O Hobbit – A Batalha dos Cinco Exércitos, finalmente paguei minha dívida. Não é o melhor dos filmes, há muita Legolice, forçações de barra para explicar como alguns personagens se conhecem no Senhor dos Anéis, mas há seus momentos (e a gente já sabia o final né). Poderia ter sido uma experiência melhor se não fosse o casal do meu lado.

E é por isso que começo esse manual de bons modos no cinema:

  1. Se o filme faz parte de uma série, tente se inteirar sobre ela ou ao menos descobrir o que precisa pra entender o filme corrente.
    Você vai evitar fazer perguntas a todo momento tentando entender quem é quem, como estão relacionados e o que está acontecendo. E vai evitar atrapalhar a experiência dos amiguinhos.
  2. Se você está indo ao cinema só pra agradar seu namorado/a, parceiro/a, peguete, sei lá, o quê, faça o favor de respeitar sua companhia e os outros à sua volta.
    Se a pessoa te chamou pra ver o filme que ela gosta, é porque quer dividir esse momento com você. Não tente estragar desviando a atenção do filme. Se são namorados, por favor, a gente sabe que ele ou ela “também quer”, e que no escurinho do cinema com pessoas em volta é divertido por ser perigoso. Não precisa ficar falando isso, a gente sabe, muitos de nós fizeram isso no cinema quando adolescentes. Em casa vai ser bem melhor porque a noite foi prazerosa.
  3. Sacos de pipoca e copos de refrigerante, uma vez vazios, não devem ser usados como instrumento de tortura.
    Não, não me interessa se você tem talentos musicais e consegue tocar Brilha Brilha Estrelinha amassando o saco de pipocas. Guarde isso pra um show de calouros, não pra sala de cinema.

Acho que por hoje basta, já é difícil pra algumas pessoas assimilarem esse conteúdo. E vocês, caros leitores, como foram suas últimas experiências no cinema?

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Crítico

julho 19, 2010 3 comentários

Lembro-me de uma vez jogando alguma coisa no PS2 com o Décio. Fiz um comentário sobre um erro que percebi, não lembro se era em um modelo 3d ou na textura, ou mesmo se era sobre a inteligência artificial do jogo. Décio veio a falar: “Caramba, depois que você passou a trabalhar com isso você ficou mais chato com essas coisas”.

Será que isso acontece com todo mundo que estuda muito um assunto? Passa a se perder em detalhes e não aproveita mais como o ignorante no assunto?

Às vezes eu preferia ser o ignorante. Não teria reparado nas sombras estranhas do FIFA Online e não teria levado um gol em um momento crítico do jogo…

Reparem como a sombra do jogador é mais clara que a do estádio. Droga… não consigo… não olhar…
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Fim de período

julho 12, 2010 1 comentário

O título desse post é um pouco misleading, já que não vou falar do final do período em si, nem vou comentar como foi o período* e todo o blablablá que poderia se esperar. Eu apenas não estava com uma boa idéia para título e ainda preciso terminar os trabalhos de terça.

Uma coisa interessante a se contar é que ganhei um Game Boy (sim, o velhão cinza! Yay!) da Eliza. Esse pessoal que quer se livrar de eletrônicos velhos não poderia fazer melhor senão deixá-los comigo. Lembro que quando tomei coragem pra comprar um Game Boy para jogar Pokémon (o que foi? eu já tive meus 13 anos) e queria o pacote que vinha com Red ou Blue + cabo game link, não consegui encontrar mais. Já tinha passado a febre e a moda era o Game Boy Advance.

 A obra-prima de Gunpei Yokoi

Talvez eu procure um daqueles cartuchos para fazer música, como o que o pessoal do 8 Bit People, do 8 Bit Collective e o Chippanze usam. Ou não, já que eu não tenho lá talento para música.

Uma coisa menos interessante a se contar é um pequeno deslize do Spoleto. Há uma série de promoções agora (ou havia) em que você recebe uns cupons que dão desde polpetones a descontos. O interessante que eu percebi hoje ao comer lá com meu desconto é que você paga 1 centavo por usar o cupom. Não há em lugar algum avisando isso, mas entra na sua conta.

Não que 1 centavo em baixa escala vá fazer diferença comparando contra um desconto de 4 reais (3,99 “na real”), mas é feio dizer que são 4 reais de desconto e 1 centavo sumir só para incluir o desconto na nota fiscal. Iniciativa interessante, execução feia Spoleto…

Agora que vou ser chamado de Tio Patinhas por meio mundo, me despeço com um abraço, indo direto a otimizações de ray tracing e cartoon shading, que vão me entreter madrugada a dentro.

* – sobre o período, foi um belo exemplar da frase “a gente se f*** mas se diverte”, tenso porém recompensador ao ver os frutos do estudo. Não que tenham alguma aplicação prática imediata, mas conhecimento por conhecimento, foi cheio de vitórias e poucas falhas.

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Easter Egg

abril 4, 2010 1 comentário
Acho que a intenção de um Easter Egg não é bem essa, mas foi a surpresa que tive ao ir no Shopping da Gávea pagar um boleto no caixa automático do Itaú no Domingo de Páscoa. Casou bem com o dia, afinal. Não me sinto seguro com um banco que usa Windows XP para controlar os terminais.
Antes que alguém pergunte, não fui eu quem causou essa tela azul, já estava no terminal. Só achei interessante (e causei certa preocupação nos outros usuários ao rir freneticamente do que vi e tirar foto). =)
O boleto acabou não sendo pago, acho que nenhuma máquina estava emitindo o laser para leitura do código de barras. Se isso vale como reclamação, alguém tem que cuidar das máquinas do Banco do Brasil também lá na faculdade…
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Houston, we ALMOST had a problem

dezembro 4, 2009 4 comentários

5 anos fazendo engenharia de computação e eu ainda não consigo entender esses aparelhos modernos. Eu sei como uma ponte fica de pé, mas não entendo como um celular pode ter personalidade.

Nokia N85, estou olhando pra você.

Hoje antes de ir pra faculdade decidi realizar a temida atualização de firmware. Simplificando, ia botar em dia o software que controla o meu Nokia N85. Pois bem, bateria carregada, cabo USB plugado, Nokia Software Updater ligado, orientações de segurança seguidas e download iniciado. Fui morder um pedaço de panetone e dar uma revisada no livro de Sistemas Digitais.

Enquanto isso a atualização rolava no laptop. O Windows apitava toda hora, avisando que a porta USB estava sendo “plugada” e “desplugada”. Ok, estamos atualizando um dispositivo, normal isso. Drivers sendo reconhecidos, novas opções pipocando na tela. Nada ao contrário do que avisava o NSU.

Eis que surge a tela do medo! “Cabo USB desplugado. Retire o cabo e insira novamente para retomar a atualização”. Desconfiado que era porque o firmware tinha sido atualizado, e portanto seria esperada uma mensagem assim, fiz o que foi mandado. A atualização retomou, o celular mostrou a tela branca que poderia aparecer durante o processo, e em 3 minutos, os 15 esperados para o término viraram 1 segundo. Estranho não é? Atualização concluída.

O Windows começa a apitar frenéticamente, a porta USB parecia estar sendo “plugada” e “desplugada” continuamente. Tensão! Vejo que o celular está desligado, retiro o cabo e tento ligá-lo. Ufa! Telinha da Nokia aparecendo. EPA! Tela branca aparecendo e celular desligando.


Com a sensação de que R$600,00 tinham virado um tijolo com design bem feito, procurei no manual da Nokia as lojas autorizadas para conserto. NADA! Internet é a solução, vamos lá. Google Maps para identificar onde no Centro do Rio está a autorizada, viagem até lá planejada para segunda (aproveitando ser perto do Infocentro pra comprar a placa de vídeo de Natal do meu pai), sigo resignado para o banho, planejando fazer um Demotivator sobre atualizações de firmware com a imagem de um tijolo.

E acabei fazendo

Saindo do banho, resolvo dar uma olhada no celular de novo. Não custava nada. Ligo, aparece a tela da Nokia, espero ele desligar…


Mas a tela da Nokia fica mais brilhante, e mais um pouco (confesso que pensei “essa merda vai virar uma supernova e vai derreter tudo em volta”). Em alguns segundos, o Symbian OS é carregado e tenho de volta o meu celular, com todos os contatos, acesso a internet via rede wifi, novos aplicativos e aparentemente tudo funcionando!

Acho que não vou desligar o celular pra não correr riscos =)

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