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Gerador de Improbabilidade

outubro 31, 2009 1 comentário

Quais são as chances de se encontrar um Super Mario às 3:30 da manhã de uma sexta-feira na General Osório?
Tenham um bom Samhain ^^

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Depois do elogio, o esporro

julho 19, 2009 4 comentários

Hoje de tarde elogiei a reforma cultural resendense; de noite, nada mais antíteco que a falta do que fazer.

Após passar a noite inteira procrastinando no computador, resolvo mandar uma mensagem pra um amigo meu: “Qual é a boa de hoje?”. E a resposta foi a mesma de qualquer noite em Resende: “Não tem, bora beber”. E foi assim, fiz a barba e dei uma aparada na costeleta, banho e rua. Escolhendo os bares pelo preço da cerveja, nosso ponto final foi o Damião’s Bar. Sempre passei ali em frente e nunca vi como um lugar onde passaria a noite interiorana, vendo Click na TV e tomando cerveja com o pessoal.

O melhor do Damião’s é a placa em frente o banheiro (uma construção muito ratona que fica no segundo andar. É um tanque de lavar roupa para as mãos e uma privada para mijar, nem pense em número 2), que diz: “Não fume, não cheire e não roube a minha mercadoria. Não toque no que não lhe pertence”. Essa placa homérica e a pintura do carrinho de pipoca multi-tarefa de ontem (ah sim, esse tinha “pipoca, churros, pissa na pedra”, sim, com dois esses) garantiram a diversão do final de semana.

A noite, como em toda noite resendense que a gente junta o povo por aqui, foi coroada com um podrão, dessa vez no Forte Apache que é logo ali do lado. E depois indo para os buracos mais escondidos da cidade deixar cada um em casa.

E a noite de amanhã já confirmamos, iremos novamente à feira de Resende e cercanias.

Diga aí, meu caro leitor, não dá uma puta vontade de morar por aqui?

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Um final de semana em Mos Eisley

julho 14, 2009 2 comentários

Foi um final de semana bem pitoresco.

Começou indo pro Paintball em Niterói, quer dizer, São Gonçalo ou além, dessa vez no Bagdá. Você, caro leitor rodado na vida, deve reconhecer que esse Bagdá era um motel, diga-se de passagem, um campo bem interessante de se jogar.


A parte fechada era bem sujeita a emboscadas, escura e cheia de passagens. Tinha até os restos de uma piscina de hidromassagem em um dos quartos, fora os possíveis outros restos cabíveis a um motel que queremos ignorar… A parte aberta tinha mato alto, dava pra se esgueirar legal lá.

O incomum foi o dono do lugar, um sujeito um pouco mais grosso que o Braddock, jogar uma bomba no meio do tiroteio. Este que vos fala (escreve?) entrou em um frenezi depois da bomba, correndo em meio aos tiros berrando e acabando por matar 4 dos 5 integrantes do outro time. Foi algo meio Platoon ou .

Infelizmente apenas uma foto foi tirada e não consta em minhas mãos (sistema de arquivos?)

Após chegar em casa quebrado, suado e com uma suave dor na coluna, recebo uma ligação do Segall para ir ao Heavy Duty. Porque não? Das 23:00 do sábado até as 7:00 do domingo passei a noite comendo um churrasquinho de graça (dito por nós, feito do aborto das putas da Vila Mimosa – logo ali do lado, mas que estava bom estava), ouvindo algumas bandas boas e dançando industrial tocado pelo amigo do Segall.


E o Heavy Duty parece o bar de Mos Eisley (Tatooine, Inner Rim). Ok sacripantas, esta é uma referência a Guerra nas Estrelas. Todas as tribos vão ao HD, você via do glam rocker (precisamos citar nomes???) e do punk ao indie e o gótico, visitando a mesma casa sem ficarem rosnando um para o outro. Certamente um local que eu quero visitar em breve, com mais pessoas conhecidas. Fortemente recomendado pra quem não tem frescuras e quer cerveja boa e barata.


E claro, Han Solo atirou primeiro.

PS: Depois de ver os sites dos locais mencionados, resolvi procurar se o antigo Toca do Mandy de Resende (local onde nos reuníamos após terem fechado o Campo do Resende) tinha um site bacana. A única referência do Google foi essa e nem é do antigo reduto rockeiro, mas do novo restaurante dele.

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